A terceirização de limpeza hospitalar é uma prática cada vez mais estratégica para instituições de saúde que buscam excelência operacional. Além disso, a prática permite redução de custos e parceria com empresas especializadas para melhores resultados. No entanto, por se tratar de ambiente sensível, com circulação de pacientes e risco biológico, esse serviço depende de normas rígidas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece critérios que devem ser seguidos criteriosamente a fim de garantir o melhor para profissionais e pacientes.
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A limpeza organizacional, por si só, já demanda organização e responsabilidade. Porém, a limpeza hospitalar é considerada um processo crítico, visto que qualquer falha leva a riscos graves. A higienização em hospitais tem como intuito:
Lacunas em qualquer um desses tópicos podem derivar em responsabilização civil e penal, além de afetar a reputação da instituição de saúde.
A ANVISA estabelece diretrizes técnicas específicas para limpeza em serviços de saúde, considerando risco, criticidade das áreas e manejo de resíduos. As principais são:
Cada uma possui suas exigências e demanda atenção e cuidado.
Esse regulamento orienta práticas de higiene, limpeza e desinfecção em ambientes de ajuda à saúde. Sendo a mais conhecida, essa norma visa classificar as áreas por seu risco e explicar os procedimentos de limpeza de cada ambiente. Além disso, são estabelecidos produtos e equipamentos a serem usados, assim como a frequência a ser feita.
Com a terceirização de limpeza hospitalar, essas normas são priorizadas para evitar qualquer tipo de risco, seja físico ou burocrático.
Embora seja mais focada no dimensionamento e estrutura física, essa norma também influencia a limpeza hospitalar. Ela interfere no fluxo de circulação, áreas de risco e descontaminação. Outro fator é a exigência do uso de materiais esterilizados e a separação dos mesmos. Sendo assim, o gestor de terceirização deve considerar esse padrão ao planejar rotinas de higienização.
Para finalizar, o manejo de resíduos contaminados é uma das partes mais importantes da terceirização de limpeza hospitalar. A norma nº 222/2018 trata especificamente disso, visando classificar, coletar e transportar da maneira correta. Outro ponto crucial são os EPIs exigidos e a separação correta. Empresas terceirizadas seguem essa norma a risco, garantindo que essa etapa seja feita da melhor maneira. Por isso, contar com profissionais especializados garante que todos esses passos sejam seguidos corretamente.
A terceirização de limpeza hospitalar não é apenas uma demanda operacional, mas sim, uma responsabilidade técnica e legal. Seguir todas essas normas garante:
Sabendo disso, o Grupo Proseg trabalha para levar o melhor para seus clientes, com soluções terceirizadas e equipe capacitada.
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