Terceirização de limpeza hospitalar: saiba as normas da ANVISA

Profissional higieniza piso com mop, exemplificando a terceirização de limpeza hospitalar.

A terceirização de limpeza hospitalar é uma prática cada vez mais estratégica para instituições de saúde que buscam excelência operacional. Além disso, a prática permite redução de custos e parceria com empresas especializadas para melhores resultados. No entanto, por se tratar de ambiente sensível, com circulação de pacientes e risco biológico, esse serviço depende de normas rígidas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece critérios que devem ser seguidos criteriosamente a fim de garantir o melhor para profissionais e pacientes.  

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Por que a terceirização de limpeza hospitalar é diferente?

A limpeza organizacional, por si só, já demanda organização e responsabilidade. Porém, a limpeza hospitalar é considerada um processo crítico, visto que qualquer falha leva a riscos graves. A higienização em hospitais tem como intuito:

  • eliminar ou controlar agentes biológicos que podem causar infecções;
  • garantir maior segurança dos pacientes;
  • estar ligada à rotina hospitalar.

Lacunas em qualquer um desses tópicos podem derivar em responsabilização civil e penal, além de afetar a reputação da instituição de saúde.

Normas da ANVISA para limpeza em hospitais

A ANVISA estabelece diretrizes técnicas específicas para limpeza em serviços de saúde, considerando risco, criticidade das áreas e manejo de resíduos. As principais são:

  • Norma nº 63/2011 – Manual de Boas Práticas para Serviços de Saúde;
  • Norma nº 50/2002 – Projeto físico de estabelecimentos de saúde;
  • Norma nº 222/2018 – Controle e gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS).

Cada uma possui suas exigências e demanda atenção e cuidado.

1- Manual de Boas Práticas para Serviços de Saúde

Esse regulamento orienta práticas de higiene, limpeza e desinfecção em ambientes de ajuda à saúde. Sendo a mais conhecida, essa norma visa classificar as áreas por seu risco e explicar os procedimentos de limpeza de cada ambiente. Além disso, são estabelecidos produtos e equipamentos a serem usados, assim como a frequência a ser feita. 

Com a terceirização de limpeza hospitalar, essas normas são priorizadas para evitar qualquer tipo de risco, seja físico ou burocrático. 

2- Projeto físico de estabelecimentos de saúde

Embora seja mais focada no dimensionamento e estrutura física, essa norma também influencia a limpeza hospitalar. Ela interfere no fluxo de circulação, áreas de risco e descontaminação. Outro fator é a exigência do uso de materiais esterilizados e a separação dos mesmos. Sendo assim, o gestor de terceirização deve considerar esse padrão ao planejar rotinas de higienização.

3- Controle e gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS)

Para finalizar, o manejo de resíduos contaminados é uma das partes mais importantes da terceirização de limpeza hospitalar. A norma nº 222/2018 trata especificamente disso, visando classificar, coletar e transportar da maneira correta. Outro ponto crucial são os EPIs exigidos e a separação correta. Empresas terceirizadas seguem essa norma a risco, garantindo que essa etapa seja feita da melhor maneira. Por isso, contar com profissionais especializados garante que todos esses passos sejam seguidos corretamente.

Qualidade em primeiro lugar na terceirização de limpeza hospitalar!

A terceirização de limpeza hospitalar não é apenas uma demanda operacional, mas sim, uma responsabilidade técnica e legal. Seguir todas essas normas garante:

  • segurança para pacientes e equipe;
  • conformidade legal do hospital;
  • redução de riscos operacionais;
  • credibilidade para a empresa prestadora de serviços.

Sabendo disso, o Grupo Proseg trabalha para levar o melhor para seus clientes, com soluções terceirizadas e equipe capacitada.

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