Como já dissemos aqui no blog, a segurança eletrônica é composta por um projeto que engloba uma série de equipamentos com o objetivo de monitorar e vigiar uma área para gerar mais proteção. Este conceito, no entanto, parte de uma longa evolução que permeia tanto a modernização quanto a adequação às premissas de um projeto mais adequado. Tem vontade de conhecer a história da evolução da segurança eletrônica? Continue lendo este artigo!
Em tese, acredita-se que o primeiro registro do uso de câmeras para monitoramento eletrônico tenha sido feito por policiais em Nova York. Naquela circunstância, as câmeras foram posicionadas nas ruas para contribuírem com o monitoramento diário já exercido pela polícia. No entanto, a captura das imagens era com baixa qualidade de resolução e as gravações eram feitas em fita cassete.
Neste sentido, as câmeras de segurança se popularizaram. Existia um déficit em função da necessidade de observar as imagens, pois o material reservado nas fitas servia apenas como prova em processos judiciais.
A evolução da segurança eletrônica continuou na década de 80, quando houve um grande marco. O movimento de uso das câmeras ganhou mais importância para a sociedade. Por isso, a utilização delas se estendeu para locais com maior circulação de pessoas.
Ainda em meados dos anos 80, os Dispositivos de Carga Acoplada (CDD) foram considerados como o verdadeiro ‘’pulo do gato’’ para o início de uma nova era. Com característica de melhor luminosidade e microchip incluso essas câmeras foram consideradas como a porta de entrada para o sistema que vemos nos dias atuais. Formaram a base para a segurança mais efetiva.
A evolução da segurança eletrônica seguiu adiante na década de 90, quando as grandes novidades tecnológicas surgiram. A princípio, a gravação que era feita em fita cassete anteriormente cedeu espaço a um sistema integrado com filmagem, o que reduziu o número de falhas.
Neste primeiro momento também houve a adaptação das câmeras à sensibilidade de movimentos e possibilidade de gravação com intervalos. Essas características conduziram ao uso destes equipamentos em bancos e outros estabelecimentos para gerar segurança.
Assim, a evolução prosseguiu até a adaptação aos softwares que permitiram a formação do sistema CFTV de modo mais integrado e eficaz. O destaque foi para o monitoramento que deixou de ser feito no local para passar a ser realizado em centrais especializadas de forma remota. A armazenagem de imagens e resolução de captura também ficaram mais capacitadas.
Acreditamos que a evolução da segurança eletrônica continuará seguindo em direção aos processos com estratégias mais tecnológicas, em decorrência das transformações digitais, e com baixo custo de produção. Isso inclui mais flexibilização e alternativas de adaptação nas esferas público e privada.
Nós do Grupo Proseg, somos uma qualificada empresa de portaria e limpeza. Nosso serviço de segurança eletrônica no RJ desenvolvida por nossa empresa é feita com equipamentos modernos e tecnologia de ponta. Atendemos nossos clientes de acordo com a necessidade apresentada. Entre em contato conosco!
Em nosso blog, já falamos sobre outros temas relacionados à evolução da segurança eletrônica, veja: as práticas para ter uma portaria segura, como as câmeras de segurança tornam o ambiente seguro, como elaborar o projeto de segurança eletrônica e muito mais! Confira.
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